terça-feira, 24 de Novembro de 2009

A fada do açúcar & o Inglês

Ontem de manhã a Joana assistiu, na creche, à sua primeira peça de teatro, "A fada do açúcar". O resultado? Assistiu à representação a partir do colo de uma das auxiliares, com receio das caras mascaradas. Imagino: a Joana que não é nada de surpresas feitas de alarido súbito e cores exuberantes!

No fim da peça, todas as crianças receberam este presente:


Depois do teatro (que teve uma duração de 30minutos), a segunda aula de Inglês. Por ora, a Joana tem gostado imenso, para além do "Bye-bye" já se atreveu num "Ouch u nose!" ("Touch your nose!", ou "Toca no teu nariz!"). As aulas de inglês começaram este mês e são inspiradas no método Helen Doron Early English (www.helendoron.com). As aulas têm uma duração de 30 minutos e cada turma tem 4 a 8 alunos por forma a garantir um acompanhamento o mais personalizado possível das aquisições linguísticas de uma segunda língua.

Segundo pude ler, o método Helen Doron baseia-se na combinação de vários factores:

- Audição repetida: todos os dias ouvimos em casa um CD com canções, pequenas frases e rimas;

- Aulas leccionadas por professores com formação específica no método, fazendo parte de uma rede internacional de docentes;

- Utilização de um conjunto de materiais que estimulam e desenvolvem a capacidade de aprendizagem, utilizando para tal os cinco sentidos: as aulas de inglês encontram-se repartidas por 4 unidades, cada uma com um "workbook" (livro de actividades) específico: em cada um, histórias, objectos, autocolantes, palavras simples;

- Aprendizagem activa - conversação e aplicação da linguagem.

Nos dias de hoje e pensando no futuro, consideramos que é uma mais-valia para a Joana contactar desde cedo com uma segunda lingua, neste caso, com o Inglês.

Deixo-vos algumas imagens da "pasta de curso" da Joana:


A mochila

Os 4 CD's, cada um para uma unidade específica

Livro de histórias (no topo) e quatro livros de actividades (na imagem, apenas 3 porque o primeiro fica na creche até aos respectivos conteúdos serem dados).



segunda-feira, 23 de Novembro de 2009

O despertar dos sentidos

Um bebé pouco parece fazer mais do que dormir, comer, chorar e... sujar fraldas nas primeiras semanas de vida. Pouco ou nada parece aperceber-se do novo mundo que o rodeia, mas na verdade os seus cinco sentidos estão a funcionar e alerta e ele vai captando todos os estímulos - os sons, as luzes, os cheiros... E vai reagindo.

Difícil é saber o que motiva essas reacções, mas elas acontecem de uma forma bem mais complexa do que o escasso tempo de vida deixaria antever.

Visão - o fascínio dos rostos

Quando nascem, os bebés vêem apenas formas nubladas, esborratadas, e isto porque a sua capacidade de visão à distância ainda não está plenamente desenvolvida. Mas são capazes de ver um rosto que lhes esteja muito próximo: é por isso que reconhecem facilmente, e antes de tudo, o rosto da mãe ou de outro cuidador habitual - dar de mamar ou o biberão obriga a um contacto visual (e físico) muito estreito, facilitador desta forma de comunicação (e de intimidade).

Mas rapidamente esta limitação é superada e pelos três meses os bebés já são capazes de reconhecer o rosto de qualquer pessoa que se aproxime. Os rostos humanos são, aliás, um dos primeiros motivos de brincadeira dos bebés: basta atentar no modo como reagem perante a sua própria imagem num espelho...

A visão vai assim ganhando definição, mas também contraste: é essa, aliás, a função dos objectos coloridos que habitualmente pendem do berço e dos primeiros brinquedos - ajudam a distinguir a cor (além da forma), por contraste com os tons mais suaves que os bebés têm dificuldade em apreciar.

As cores fortes - o vermelho, o amarelo, o verde e o azul - são, pois, preferíveis às mais discretas. Ao longo dos três primeiros meses de vida, também a coordenação dos olhos vai melhorando: entre o segundo e o terceiro mês, os bebés são já capazes de seguir um objecto num movimento de 180 graus (metade de uma circunferência). Daí o benefício dos "mobiles", que, além disso, ajudam a despertar a coordenação mão-olho: é que, perante o movimento com cor, os bebés tendema esticar-se para tocar nos objectos.

Uma nova fase ocorre entre os quatro e os sete meses. A interacção dos bebés com o meio ambiente vai aumentando - é ver como estão atentos no carrinho de passeio sempre que saem de casa - e, com ela, a acuidade visual. A pouco e pouco, começam a concentrar-se nas imagens, por exemplo na do brinquedo que agarram. Continuam a ver melhor ao perto, mas já conseguem focar-se em objectos mais distantes, distinguir cores e seguir movimentos, ao mesmo tempo que vão praticando a coordenação entre as mãos e os olhos.

Pode parecer precoce, mas nesta altura os bebés beneficiam, e muito, de novas experiências visuais: há que alargar horizontes, passeando-os por locais diferentes, com estímulos diferentes - o jardim zoológico, por exemplo, é uma boa opção.

Pelos oito meses, os bebés já vêem bastante bem e são capazes de se fixar em objectos em movimento rápido. E são já capazes de colocar as suas capacidades motoras em acção para ir ao encontro desses objectos - por exemplo, gatinhar e ir buscar uma bola que rolou para um canto do quarto.

Até completar um ano, continuam a preferir olhar para os rostos familiares, não se cansando da mesma imagem. E começam já a associar os estímulos visuais a palavras, pelo que aos espaços devem ser atribuídos os respectivos nomes.

Audição - o poder da voz

Inicialmente, os bebés comunicam através dos sons - choram. Para manifestar qualquer desconforto - fome, frio, calor, dor, fralda suja... - ou apenas porque sim, para pedir colo. Além dos sons que assim emitem, os seus preferidos são a voz da mãe (e do pai ou de outra pessoa que deles cuide habitualmente): falar, cantarolar são fundamentais para estabelecer comunicação. E há que aproveitar o balbuciar infantil, repetindo os sons que os bebés emitem e esperando que eles façam outros - é assim que se conversa.

Até aos três meses também apreciam música, pelo que é uma boa ideia proporcionar-lhes o contacto com brinquedos musicais. Apreciam igualmente os sons do quotidiano - os ruídos da casa, os risos dos irmãos ou de outras pessoas.

Mas as vozes continuam a ser fundamentais: nos meses seguintes eles aprendem a distinguir os tons - é por isso que uma voz calma pode fazê-los parar de chorar e um tom mais elevado pode fazê-los sentir que algo está mal. Começam, assim, a reagir ao "não" e a novos sons, como o ladrar de um cão.

Pelo sétimo mês, já reconhecem e respondem ao próprio nome, ao mesmo tempo que tentam imitar sons e dedicam mais tempo à "conversa". Não devem ser ignorados nestas tentativas, mas sim encorajados o mais possível: é a fala a desenvolver-se.

O leque de sons que os bebés identificam vai-se alargando a pouco e pouco. Ao nono mês já conseguem juntar alguns desses sons e, eventualmente, formar palavras verdadeiras, como "mamã". E um sinal importante é dado quando reagem a determinadas palavras, quando, por exemplo, lhes perguntam "onde está o pai" e eles olham para o pai ou quando lhes dizem "vai buscar a bola" e eles vão. É sinal de que têm estado atentos...

No final do primeiro ano de vida, é de esperar que reajam a pedidos simples como "diz adeus", tenham pelo menos uma palavra verdadeira no vocabulário, tentem manter uma conversa, mesmo que seja com "guguda-da".

Cheiro e paladar - quanto mais doce melhor

Estes são dois sentidos intimamente ligados, assumindo-se que os bebés detectam cheiros porque detectam sabores. E em matéria de sabores sabe-se que preferem os doces desde o nascimento, mas a verdade é que nos primeiros meses não há muito a dizer na medida em que o único sabor que conhecem é o do leite, materno ou não.

Mas, a partir do momento em que começa a diversificação alimentar, é todo um novo mundo que se abre. Despertam para os sabores, mas também para os cheiros, pois entre os quatro e os sete meses já reagem às refeições familiares.

Entre os oito e os doze meses, já têm uma boa ideia dos diferentes sabores e, sobretudo, dos que apreciam e dos que não apreciam. É natural que continuem a preferir os mais doces, mas há que insistir, oferecendo-lhes alimentos variados.

Neste intervalo, começam a distinguir outros odores que não os da comida. E quer os sabores, quer os cheiros, devem ser identificados pelo nome. É, mais uma vez, uma forma de estimular a linguagem e a fala.

Tacto - lugar ao afecto

O desenvolvimento deste sentido está dependente, nos primeiros três meses de vida, quase exclusivamente dos pais: os bebés sentem-se amados porque os pais lhes tocam, os abraçam, mimam, beijam. O toque desempenha, aliás, um papel fundamental no crescimento e até na saúde dos bebés. E há que estimular este sentido, proporcionando-lhes o contacto com diferentes texturas, das mais suaves às mais duras, das mais quentes às mais frias. E, claro, usando as palavras certas para as descrever.

Até ao primeiro ano de vida, são muitas as oportunidades para exercitar o tacto, as quais surgem à medida que os bebés conseguem coordenar os movimentos. Há que deixá-los explorar o terreno, por assim dizer.

Mas tendo o cuidado de prevenir acidentes, retirando do seu alcance objectos que possam colocar na boca ou com que se possam magoar. São descobertas enriquecedoras mas que não eliminam nem substituem a necessidade do toque principal: o do afecto.

Há que continuar a abraçar, massajar, beijar os bebés para que eles se sintam seguros e amados. O pleno desenvolvimento dos cinco sentidos acontece progressivamente: é um processo por etapas, com balizas mais ou menos marcadas mas que cada bebé pode percorrer ao seu ritmo próprio. Mas se tiver alguma suspeita sobre a capacidade do seu bebé para ver ou ouvir, por exemplo, nada melhor do que falar com o médico de família ou o pediatra: se houver algum atraso, quanto mais cedo for detectado melhor.

Fonte: Médicos de Portugal in http://medicosdeportugal.saude.sapo.pt/action/2/cnt_id/3000/?textpage=1

Habitantes londrinos

Numa recente visita a Londres, a avó paterna da Joana ofereceu-lhe estes bonecos:




E também este livro sobre a fada Felicity, escrito em inglês, com ilustrações verdadeiramente encantadoras:



"O mundo dos desejos de Felicity" (autora:Emma Thomson, Editora: Hodder Children's Books, que também tem um site na Internet: www.hodderchildrens.co.uk).

A casa e jardim de Felicity: cada divisão da casa tem uma janela através da qual podemos espreitar a decoração.


Que tipo de fada serei eu: faz girar a Felicity e descobre, por detrás de cada janela, o resultado!

A escola e o recreio da Felicity

O ballet e os hobbies de Felicity e suas amigas fadas

Como fazer um desejo...

No centro comercial!

O mundo dos desejos

Ontem de manhã


A ver as ondas de (quase) Inverno no Guincho


Pelo meio, as nossas cumplicidades!

domingo, 22 de Novembro de 2009

Dicas

Visito o portal BabySol com muita regularidade, não apenas por me proporcionar aprendizagens diversas sobre a nutrição (infantil), como também por me dar a conhecer algumas dicas úteis para o dia-a-dia, tais como:

- As esponjas devem ser higienizadas regularmente. Envolva em papel e leve ao micro-ondas por 3minutos;
- Comprou polpa de tomate e ganha sempre bolor? Cubra com uma fina camada de azeite, é imbatível!
- Introduza os legumes na água e ferver pois assim reduzimos a perda vitamínica que ocorre;
- Cuidado com as promoções alimentares: veja sempre se o prazo de validade não estará a expirar!;
- Mantenha o balde do lixo sempre tapado e longe do fogão e do frigorifico;
- O bebé não gosta de sopa? Experimente adicionar pêra ou maçã;
- Adivinha que o seu filho vai comer mal numa saída? Forre o seu estômago previamente com uma sopa ou iogurte;
- Aromatize a sopa com uma erva aromática: só a partir dos 8 meses e com parcimónia.

Fonte: BabySol in http://solangeburri.blogspot.com/

O que é que se passou?

Este fim-de-semana, ao percorrer a lista de blogs que tenho nos favoritos, constatei uma razia de blogs privatizados e outros até eliminados. O que é que se passou? Blogs que eu acompanhava com tanto carinho, encerram as portas, outros são apagados do mapa...fico com pena...

Carro Voador

Não, não é o do Harry Potter!

Ontem ao final da manhã, quando estacionámos numa rua, vimos os três algo por detrás dos telhados das casas: um carro suspenso num andaime. "Qié?", perguntou a Joana no banco de trás. "É um carro voador, filha". "Carro boabôr!", exclamou a Joana, desatando a rir. Durante o dia, e inclusivamente quando a noite já tinha caído, a Joana queria ir ver uma, duas, três vezes, o carro voador. "Vamos?", perguntava ela, para acrescentar "Carro boabôr!".

sábado, 21 de Novembro de 2009

O cabelo do bebé e a alimentação da mãe

Um estudo efectuado no Centro Médico da Universidade Duke, nos Estados Unidos, sugere que a cor do cabelo dos filhos pode ser determinada pela alimentação das mães.
Este estudo mostra que alguns nutrientes influenciam a expressão dos genes definindo, no feto, quais os genes se "exprimem" e quais os que permanecem inactivos.

Cientistas da Universidade Duke afirmam que conseguiram mudar a cor do pêlo de ratos bebés alimentando as mães com quatro suplementos: vitamina B12, acido fólico, clorina e betaine.

As fêmeas que receberam os quatro suplementos deram à luz bebés maioritariamente de pêlo castanho. As mamãs que não foram alimentadas com suplementos tiveram bebés de pêlo amarelo.

Uma análise detalhada dos resultados mostrou que os nutrientes adicionais "desligaram" o gene Agouti, que afecta a cor dos pêlos."Sempre soubemos que a alimentação da mãe tem um profundo impacto no sistema imunitário do bebé, mas nunca conseguimos compreender a relação causa-efeito", declarou Randy Jirtle, professor que orientou o estudo.

"Pela primeira vez, conseguimos mostrar com precisão de que maneira os nutrientes ingeridos pela mãe podem alterar permanentemente a expressão dos genes do seu bebé, sem alterar os genes em si", concluiu o professor.

Fonte: Portal BabyNet http://www.portalbabynet.com/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=184:definindo-os-cabelos-&catid=38:gravidez&Itemid=66

Medo de uns pingos

"Em muitas das nossas escolas as crianças não vão para o recreio quando chove. Nem quando estão constipadas, ou espirram duas vezes. E como a maioria das escolas não tem recreios tapados, há dias seguidos no Inverno em que os meninos não deixam as quatro paredes da escola, para dali seguirem para as quatro paredes de casa. Depois os adultos queixam-se que não conseguem ficar queitos ou, pior, decidem que são hiperactivos e procuram alguém que os medique. Na Noruega, não só brincam lá fora nos intervalos quando a temperatura desce abaixo dos menos 15 graus centigrados - temos um clima invejável e vivemos com medo de uns pingos..." (in Editorial Destak, 19/11, por Isabel Stilwell).

De facto, assim é, achei curiosa esta constatação; há dias em que noto que a Joana tem necessidade de correr de um lado para o outro, de mexer nisto, de mexer naquilo, como se tivesse bichos-carpinteiros. Vejo que é um momento de escape de todas as energias acumuladas durante o dia e deixo-a extravasar toda a sua actividade. É claro que, nestes dias, o índice de disparates aumenta, há coisas que ela não pode fazer, toca a imaginar algo alternativo que atraia a atenção da Joana para outra actividade. Andamos a 200/h e a Joana adormece num ápice, rendida, eu ao lado, também quase a adormecer sobre a sua cama...
Quando ela está constipada, lá está o nosso instinto de protecção a funcionar, fico sempre com reservas, por exemplo, se ela deve ou não fazer ginástica, receando as transpirações. Agasalho-a mais, protejo-a mais, é um gesto automático. Temos um clima priveligiado, sim, e penso que as crianças nórdicas, neste caso concreto que nos fala Isabel Stilwell, poderão crescer com mais defesas por brincarem ao ar livre com temperaturas significativamente baixas. Lembro-me de quando vivi na Holanda e saí uma vez de casa, estavam -16ºC. Ia agasalhada, sim, parecia um esquimó. A partir de uma determinada temperatura uma pessoa já não sente se está -10ºC ou -16ºC. Apenas sabe que está frio. E que contra o frio, nada melhor do que um bom agasalho. Por aqui, fugimos do frio, eu própria fujo, tenho receio das constipações&cia, mas ao mesmo tempo penso que as crianças poderiam brincar nos recreios com um bom agasalho...e seria igualmente bom existir pedaços de recreio cobertos para aquelas semanas inteiras em que chove...nós, adultos, saimos à rua, vamos para os empregos, para aqui e para acoli. Os nossos filhos não, saem de casa, entram no carro, saem à porta da creche/jardim-de-infância, quatro paredes, voltam a entrar no carro ao fim do dia, quatro paredes de casa, e assim sucessivamente...ao fim-de-semana a rotina é remetida para segundo plano mas, mesmo assim, o fim-de-semana dura dois dias, a semana cinco dias...Ter medo de uns pingos? Sim...dá que pensar!

sexta-feira, 20 de Novembro de 2009

Já está!

Carta ao Pai NatalCarta ao Pai Natal de Joana

Como escolher um seguro de saúde?

As crianças adoecem quando menos se espera. Para evitar surpresas desagradáveis, nada como ter um seguro que as protege!

Há cada vez mais seguros de saúde e são cada vez mais os portugueses que os vêem como alternativa ao Serviço Nacional de Saúde.

De acordo com a Associação Portuguesa de Seguradoras, estes cobrem já dois milhões de pessoas e, num sector em queda, os seguros de saúde foram dos poucos segmentos que cresceram.

Se está a pensar fazer um seguro de saúde mas tem dúvidas sobre como o deve escolher, leia, de seguida, as indicações de Fernando Gilberto, autor de «Manual Prático dos Seguros», da editora Lidel.

Vantagens

«A principal vantagem em ter um seguro de saúde é o facto de este possibilitar o acesso a uma assistência mais rápida e em melhores condições de acolhimento, quando comparados com o que é oferecido pelo Serviço Nacional de Saúde», afirma Fernando Gilberto. Estes benefícios são mais visíveis nos casos de consultas de especialidade e em algumas cirurgias que, geralmente, têm listas de espera longas.

Antes de escolher um seguro de saúde, é importante definir o que pretende. Pode começar por colocar algumas questões, como exemplifica o especialista, nomeadamente «Quero um seguro por uma questão de precaução? Por estar a pensar numa possível gravidez? Por causa dos meus filhos? O que mais me preocupa é um internamento hospitalar e não propriamente o ambulatório?» Só depois de definidos os objectivos, é que deverá deslocar-se à seguradora.

Tipos de seguros


Existem três modalidades de seguros. De reembolso, de assistência ou misto. «O seguro de saúde misto é sempre o mais completo, uma vez que permite ao cliente ter acesso aos prestadores existentes na rede convencionada e, também, aos que se encontram fora da rede», realça.

Contudo, quando se recorre a serviços fora de rede, deve-se ter em conta que a comparticipação é mais reduzida e a pessoa tem de adiantar o dinheiro e só será reembolsada mais tarde. «Desta forma, se está a decidir entre um seguro com assistência ou um com reembolso, deverá
informar-se sobre a rede de prestadores que o seguro com assistência coloca à sua disposição. Se reside num local onde exista uma grande variedade de prestadores, poderá optar por um seguro com assistência», aconselha Fernando Gilberto.

«Contudo, se for oriundo de uma zona geográfica com poucos prestadores, talvez seja melhor optar por um seguro de reembolso», apesar destes serem cada vez menos comuns, sublinha ainda.

As exclusões


Os seguros de saúde cobrem situações relativas a hospitalização e internamento, ambulatório (incluindo especialidades), análises diversas e urgências hospitalares. Já o parto, doenças graves e estomatologia podem ter que ser contratadas adicionalmente.

Na maioria dos casos, excluem-se também «as práticas não reconhecidas como sendo actos médicos pela Ordem dos Médicos, como as terapias alternativas», refere Fernando Gilberto. Para o especialista, esta situação tenderá a modificar-se dada a proliferação deste tipo de terapêuticas, «no entanto, para que esta evolução se possa concretizar, é necessário regulamentar e controlar estas disciplinas e vencer alguns lobbies».

Período de carência

Ao contratar um seguro de saúde é possível que não possa usufruir dele automaticamente. «Cada seguro tem os seus próprios períodos de carência » e estes, como explica Fernando Gilberto, «variam conforme o tipo de patologia».

«O ambulatório tem geralmente um período de carência de 60 dias. Outras doenças e cirurgias estão sujeitas a períodos diferentes e normalmente mais extensos. No que toca à gravidez, o intervalo situa-se entre 12 e 18 meses», informa.

Fora dos seguros ficam as doenças preexistentes. «Se ocorrer um sinistro decorrente de uma doença já existente e não declarada no questionário clínico, aquando da subscrição do seguro, se a seguradora conseguir provar que a pessoa era conhecedora da sua condição, não só não pagará o sinistro como anulará a apólice com base em falsas declarações. Se a seguradora não conseguir provar essa situação terá de proceder à respectiva indemnização», esclarece Fernando Gilberto.

Seguro vitalício?

Geralmente, 65 anos é o limite máximo para a realização de um seguro, mas hoje encontram-se alternativas no mercado. «Existe pelo menos um seguro para pessoas com idades mais avançadas que inclui exclusivamente coberturas de hospitalização», exemplifica Fernando Gilberto.

Quanto ao facto de alguns seguros de saúde serem publicitados como sendo vitalícios, o especialista sublinha que «tecnicamente, o seguro pode ser vitalício e a respectiva cláusula encontrar-se redigida nas condições gerais do contrato, no entanto, essas mesmas condições permitem também alterar o prémio do seguro ou mesmo a sua não revalidação, desde que a seguradora cumpra um conjunto de procedimentos formais».

Exemplos no mercado português

Fidelidade Mundial – Império Bonança
Saúde Individual Multicare – Plano Personalizado


Permite constituir um seguro à medida das necessidades de cada pessoa, incluindo a cobertura de Medicina Preventiva (check-up
bi-anual sem custos adicionais).

Atribui descontos em função do número de pessoas seguras por agregado familiar. Inclui a cobertura de próteses e ortóteses, medicamentos e terapêuticas não convencionais. Quanto à cobertura de internamento, permite duas hipóteses de escolha de capital (50.000 ou 75.000 euros).

O que o distingue

A pessoa pode acompanhar o seu estado de saúde, sem encargos, e saber como tirar o melhor partido do seguro de saúde. Permite escolher o capital de internamento e as coberturas opcionais mais adequadas, oferecendo descontos. Permite a simulação do prémio do plano personalizado no site. Saiba mais em www.multicare.pt.

Médis
Plano de Saúde Médis


Concilia assistência médica e apoio permanente e especializado, com as vantagens de um sistema integrado de prestação de cuidados de saúde. Permite aceder a planos sem idade limite de permanência e a coberturas que respondem às diversas necessidades de protecção (hospitalização, assistência ambulatória, parto, estomatologia, doenças graves, subsídio de hospitalização, etc).

O que o distingue


É constituído por cinco opções, com diferentes níveis de exigência de protecção, com diferentes coberturas e capitais. De acordo com a opção escolhida, oferece, por exemplo, no caso de doença grave, uma rede internacional de segundas opiniões clínicas. Propõe duas opções para pessoas entre os 55 e os 75 anos. Saiba mais em www.medis.com.pt.

Texto da autoria de : Rita Caetano com Fernando Gilberto (especialista em seguros)in Sapo Bebé http://familia.sapo.pt/articles/familia/saber_viver/1029006.html

Dia Universal da Criança

Um grande beijinho a todas as crianças, de todos os continentes, etnias e religião. Que o mundo nunca desista de lutar pelos vossos direitos e que as oportunidades de vida vos conceda sempre um sorriso e realizações plenas.

Por aqui em casa, a Joana recebeu uma embalagem de plasticina para dar asas à sua imaginação. Como ela já trabalha com plasticina na creche, optei por trazer este material igualmente para casa e estou de olho num conjunto de carimbos e tintas(laváveis!) à venda no El Corte Inglès…talvez no Natal!

As primeiras bolas


...estão a nascer assim no papel :-)

quinta-feira, 19 de Novembro de 2009

Na linha depois da gravidez

Após a gravidez há que começar a pensar em recuperar a antiga forma física. O corpo não pode voltar ao estado anterior de repente, e a solução é começar a levar uma vida mais saudável.
Quando a mulher tem o seu filho, o corpo não pode de imediato voltar ao seu estado anterior. Há que deixar passar um tempo até que as coisas voltem à normalidade, e seguir uma forma de viver mais saudável e equilibrada. Ainda que algumas mulheres continuem a ter uma barriga exagerada, mesmo depois de já terem dado à luz, outras demonstram uma silhueta de fazer inveja, que quase nem aparenta ter sido fruto de um esforço como é o caso do parto. Estas transformações variam consoante a estrutura da pessoa, o que significa que o seu corpo pode ou não ficar com profundas, mas passageiras, marcas de gravidez.

Assim, e para iniciar uma guerra a essas zonas do seu corpo que ficaram mais transformadas, comece de início por vestir roupas largas para não sentir logo um choque por o seu corpo estar tão diferente. Tudo aquilo que estava habituada a vestir, desde saias ou camisolas justas, pode de imediato começar a esquecer. E não adianta começar a entrar em pânico porque daqui a uns tempos, as formas do seu corpo voltarão ao normal.

A solução, se quiser começar a vestir algumas coisas não tão largas, é comprar uma cinta. Convém que a mesma seja um ou dois números abaixo do que seria habitual, e mesmo que se sinta um pouco apertada, esta é uma boa forma para a barriga começar a ir tomando a forma antiga. Logicamente, que uma cinta não é suficiente. Precisa de tomar cuidado com a alimentação, digerindo muitas vitaminas, proteínas e minerais, e não abusando das calorias.

De início, as dietas não são nada favoráveis, ainda para mais se estiver a dar de mamar. As habituais dietas só devem ser iniciadas depois, porque logo nos primeiros tempos a mãe deve estar forte para dar de mamar, e uma quebra na sua alimentação não é nada aconselhável.

Aquilo que pode fazer, após algum tempo, é iniciar uma série de exercícios que lhe vão restituindo a sua silhueta. Comece por uns leves abdominais e, só mais tarde se poderá inscrever num ginásio, pois o corpo não pode sofrer de início o esforço que implica a ginástica. Todavia, aconselhamo-la a consultar um médico para ver qual a melhor altura para iniciar esses exercícios.

Não fique em casa parada, sem fazer nada, e à espera que tudo volte ao normal. Se deseja tanto ter um corpo mais definido,vistoso e acabar com essa barriga, tem que fazer por isso, pois nada acontece se não fizer o mínimo de esforço. Deve ter muita paciência porque as coisas não acontecem do dia para a noite. Recuperar a boa forma leva o seu tempo.

Com alguns exercícios, ginástica, alimentação equilibrada e uma vida saudável, as coisas voltam à sua forma antiga. Atenção que as dietas só devem ser realizadas em último caso, e passados alguns meses de ter dado à luz o seu filho. Não siga as habituais dietas das revistas, pois a sua situação é diferente daquelas meninas que querem preparar o corpo para exibir o biquini na praia. Procure sempre o seu médico para este lhe indicar uma dieta que não a faça ficar fraca ou perder as forças. Siga sempre os seus conselhos e, qualquer atitude que tome deve ser sempre baseada nas suas opiniões e indicações. Quem sabe se com um pouco de sorte, você não precisa de fazer nada disto...

Fonte: ABC do Bebé in http://www.abcdobebe.com/saude-da-mae/na-linha-depois-da-gravidez.html

Se a Joana papa...

...a bebé também papa!
Bebé, tentaí! (Bebé, senta-te aqui!)...Então e a mãe, onde é que se senta?!


Pato, cué, gáfo (Prato, colher, garfo)...tudo personalizado para a bebé! Fora os lápis de cera espalhados pela mesa, prontos para um desenho que ainda estará por fazer.

Papa tudo bebé, papa tudo...huuum, papa boa! Mãe babada...

O novo membro lá de casa


Apresento-vos o nosso membro da nossa casa, a máquina de lavar e secar da Siemens que ontem chegou, em substituição da já "velhinha" Miele.

Bem-vinda!